sábado, 8 de outubro de 2011

Eu matei uma barata!


Não é bem o tema do blog mas que tema tem, também? mas eu queria postar.
Ontem à noite. Meu irmão tinha deixado um copinho de iogurte vazio em cima da mesa do meu quarto. Eu fui dormir e acordei com o barulho de um inseto voando e se estabacando em cima de um certo copinho de plástico. Eu acordo, acendo a luz e lá encontro O SER DEMONÍACO ENVIADO DAS PROFUNDEZAS DAS TREVAS PARA ASSOMBRAR O RESTO DA MINHA DOCE E PACATA VIDA. E estava bebendo o danone.... Uma barata, senhores, uma barata. Você imediatamente pensaria: MATAAA AAAHHH MAAATAAAA! Eu não. Eu virei o copinho pra baixo -q

Segundo o que eu pensei na hora, a barata ia ficar sem ar e eu não precisava matar, sujar minhas mãos e nem a consciência.
A minha consciência estava limpa, senhores, limpa, não matei nada nem ninguém, respeitei a pobre criatura asquerosa e nojenta, nunca ousaria ferir tal ser criado por Deus. A minha consciência estava limpa, senhores, limpa! Até o momento que eu tirei o copo e desci-lhe três chineladas na fuça da barata.

Na cama eu fiquei refletindo: É assim que eu quero que acabe a minha vida? O que acontece quando se morre? Para onde vamos? Por que temos medo de morrer? Por que a barata teve de ter um destino tão cruel?   O que dói mais, um chinelo ou um porrete?

Enfim, fiquei refletindo sobre como seria a morte ideal, depois refleti sobre qual seria a pior morte, depois que se eu calçasse 42 coitada da barata.

Seu Omar pergunta: Quantos anos você quer viver? Como você quer morrer? Qual legado você quer deixar pros seus sucessores? O que você acha que acontece depois da morte? Quem vai sentir sua falta? Como será sua vida daqui a 60 anos?

É isso, pense, reflita, e nunca mate uma barata, um dia pode ser você!

Trágico...